Os vários tipos de infidelidade
Há infidelidade e infidelidades. Nem todos os relacionamentos extraconjugais são iguais. De acordo com o escritor norte-americano Frank Pittman, autor de Mentiras Privadas, existem três tipos básicos de infidelidade: a acidental, a romântica e a crônica. A maioria dos primeiros relacionamentos extraconjugais é de casos de infidelidade acidental, não premeditados, que realmente "acontecem".
Você bebe um drinque a mais, teve um dia ruim, se deixa levar. Pode acontecer para qualquer um, apesar de algumas pessoas serem mais propensas a cair do que outras, e alguns lugares serem conhecidos como "zonas de alto risco".
Tanto os homens quanto as mulheres podem escorregar e ter um caso acidental, contudo, os mais propensos, os quais correm maiores riscos, são os que bebem, os que viajam, os que não estão bem casados e aqueles que têm muitos amigos que "saem por aí".
Acidentes acontecem, mas por quê? As causas são as mais diversas. Entretanto, para muitos, a curiosidade pode ser a mola propulsora. Tanto os não vividos sexualmente quanto os vividos - aqueles que já tiveram muita experiência - podem achar que não foi em quantidade suficiente ou do tipo desejado. E, ocasionalmente, se deixar levar.
Alguns daqueles que raramente traem são homens e mulheres que tentaram, na adolescência, dominar o jogo da sedução, mas não conseguiram. O mundo onde viviam não os achou suficientemente desejáveis e os deixou de lado. Com o passar do tempo, descobriram que não conseguiram levar ou ser levados para a cama por essa ou aquela pessoa, mas, de qualquer modo, conseguiram casar.
Mais tarde, se alguém se aproximar e demonstrar um interesse maior, podem perder a cabeça. Lembram-se do passado, quando ofereceram ao mundo sua sexualidade e ninguém quis. E tentam compensar.
Por outro lado, as pessoas que se sentem bonitas se acostumam com a lei da oferta e da procura e acabam aprendendo a aceitar e recusar. Já aqueles que não são ou não se sentem atraentes podem eventualmente se transformar em "mendigos sexuais" e aceitar qualquer proposta ("Hoje é o dia em que eu tirei a sorte grande. É agora ou nunca."). Para eles, a escolha é mais difícil.
As pessoas que traem ocasionalmente têm um casamento às vezes frustrante, às vezes tumultuado, como todos os casamentos. Mas, não a ponto de lavá-las a pensar seriamente em se separar. O parceiro que trai ocasionalmente não espera continuar a trair e muito menos se apaixonar.
Às vezes a traição esporádica ocorre com uma pessoa desconhecida. Outras vezes, não. No caso do homem, pode ser com uma mulher que era sua amiga antes de irem para a cama. Mas, depois que acontece, ele assume uma atitude protetora, ou fica constrangida, ou com raiva.
O sexo os aproximou demais, o que pode levar a uma sensação de pânico por ter se criado um vínculo inextrincável, um segredo grande demais para ficar contido. Apesar de, na hora, ter ocorrido uma atração muito intensa entre os dois parceiros, o que aconteceu é percebido como uma situação de alto risco, um perigo, e não como amor.
Quando isso ocorre, no caso do homem, ele pode decidir que a infidelidade foi um ato impensado, confessá-la ou não, e tomar mais cuidado no futuro. Ou, ao contrário, constatar que o raio não o matou, achar que a infidelidade é um passatempo maravilhoso e continuar a praticá-la.
Ou ainda colocar a culpa na sua mulher, voltar para casa e destruir seu casamento. Dessa maneira, conclui que isso não teria acontecido se estivesse bem casado, decide que o que ocorreu era inevitável e se declara perdidamente apaixonado pela outra.
INFIDELIDADE ROMÂNTICA
Apaixonar-se é a forma mais louca de infidelidade. É uma espécie de insanidade temporária. Isso acontece, em geral, não quando se encontra uma pessoa maravilhosa, mas quando se está atravessando uma crise na própria vida, não se sabe o que fazer e "ainda não se está pronto para acabar com tudo".
Nessas horas, se envolver com uma pessoa décadas mais jovens ou mais velha, alguém muito dependente ou dominante, com problemas ainda maiores que os nossos, é tão imensamente estimulante como tomar uma droga.
Mas por que as pessoas perdem a cabeça e querem largar tudo, pelo menos durante algum tempo? Todos os casamentos são imperfeitos e nos desapontam de uma maneira ou de outra. Isso é parte da vida. Entretanto, existem casamentos que não conseguem criar um mínimo de intimidade, sexo, prazer, nem muito menos companheirismo.
Casamentos em que as pessoas não conseguem entrar de vez nem sair de vez. Que não morrem e não se recuperam. Por exemplo, existem mulheres casadas com homens que se satisfazem com 23 minutos de contato por semana e não estão interessados em nada além disso. Essas mulheres ficam extremamente vulneráveis. Junta-se privação e desejo; a fome com a vontade de comer.
Outros estão em casamentos tempestuosos, difíceis de manter e procuram um ancoradouro emocional. Homens e mulheres infelizes no seu casamento podem ter uma relação fora que os ajude a "varar as noites". Esse tipo de "infidelidade salvadora" tem a finalidade de diminuir as pressões sobre um casamento truncado. As escapadas permitem ficar num relacionamento que, caso contrário, desmoronaria.
Uma terceira pessoa (o "outro", a "outra") pode destruir uma boa relação, mas também pode ajudar a estabilizar um casamento que vai mal. Um caso de infidelidade não é a maneira mais construtiva de esfriar as tensões entre um homem e uma mulher, é apenas a mais fácil: uma solução band-aid. Mas, como a maior parte das soluções fáceis na vida, não resolve os verdadeiros problemas que causam as tensões. Só eliminam os sintomas, e não os males que o provocaram.
FUGINDO DA REALIDADE
Amantes se dividem em dois grupos: os que amam os parceiros e os que amam o amor. Os que amam seus parceiros podem formar um vínculo; os que amam o amor, não. Esses são os verdadeiros românticos. Românticos não toleram muito bem pessoas reais, ou seja, quanto menos real for a situação, melhor. Eles costumam dividir o mundo ao meio: as pessoas por quem estão apaixonados (ou podem vir a se apaixonar) e as demais. Em geral, não gostam muito das demais.
Os românticos também podem ser divididos em dois grupos. Os suaves, ou parciais, e os intensos, ou totais. Os primeiros podem não reclamar da vida. Estão casados, mas têm a vaga sensação de que alguma coisa está faltando. Sentem-se razoavelmente felizes. E utilizam casos românticos como um remédio caseiro contra a depressão. Já os românticos totais mergulham em intensos casos de amor e transformam o casamento em uma prisão da qual sentem a necessidade de escapar.
Ambos os tipos normalmente entram nesses affairs numa época difícil da vida: quando os filhos crescem, quando os pais morrem, depois de uma doença grave, quando inesperadamente são promovidos ou perdem seus empregos. Enfim, em qualquer situação em que se tenha de encarar a realidade e amadurecer. Você precisa perceber quanto capital emocional está sendo depositado no banco conjugal e quanto está sendo depositado fora.
Parceiros de infidelidade romântica são pessoas que não testam a realidade e também não se preocupam em compreendê-la melhor. Isso significa que, para que haja uma série de romances, de envolvimentos temporários nas nossas vidas, é necessário que haja também uma série de relacionamentos fracassados. Casos românticos levam a muitos divórcios, cenas de horror, ataques do coração, mas não a muitos casamentos felizes.
Paixão e romance têm muito pouco a ver com amor. O romance, por natureza, nunca dura muito tempo. Quanto mais intenso o calor da chama, maiores as chances de a mariposa se queimar na lâmpada; quanto mais arriscada a busca da felicidade instantânea, maiores as chances de um rápido desencantamento.
INFIDELIDADE CRÔNICA
Existe ainda outro tipo de infidelidade: a constante ou crônica. Isso significa pular de uma cama para outra. Na sociedade, essa é uma atividade considerada tipicamente masculina. Homens cronicamente infiéis estão interessados basicamente em afirmar sua masculinidade e, para isso, praticam sexo compulsivamente. Sentem-se no direito de se apaixonar ao sabor do acaso ("Afinal, isso é tudo o que vale a pena na vida").
Mulheres também podem ser continuamente infiéis. Quando isso acontece, ambos caem na agenda dos neuróticos: obter tanto prazer sexual quanto possível, no menor espaço possível. Como a obsessão pelo sexo é sua única razão de viver, praticamente não existem limites para o que fazem em busca desse prazer.
A infidelidade crônica é característica do homem normalmente definido como conquistador. O fato de ser casado não o impede de "partir para o ataque" sem nenhuma inibição sempre que tem uma chance. Para ele, o que interessa é "comer todas e beber todas", sem praticamente se importar com as conseqüências.
Conquistadores inveterados, sentem-se desconfortáveis em qualquer situação na qual não estejam exibindo ou exercitando sua masculinidade. Dessa perspectiva, um homem que não está conquistando nenhuma mulher está perdendo. Colecionar parceiras é para eles uma forma de provar que são homens.
No fundo, essa necessidade constante de um enorme elenco sexual de apoio os impede de se comprometer, pois os conquistadores não amam de fato. Eles gostam das mulheres como as "raposas gostam das galinhas"; ligam-se no corpo, no de fora, mas ignoram o que está por dentro.
Homens com tais características podem ser envolventes, encantadores, mas nunca estabelecem um relacionamento muito pessoal. Sempre mantêm uma cautelosa distância quando se trata de sentimentos.
Podem até ter raiva das mulheres, tratando-as com crueldade e usando a sedução como arma para controlá-las. Com freqüência, procuram despersonalizá-las, lidando com elas como se fossem trocáveis, descartáveis. Estão convencidos de que as adoram, mas, em vez de amá-las, na verdade apenas se consomem com regularidade.
O conquistador insaciável finge que está sempre procurando uma mulher melhor do que a esposa (e assim justifica sua busca permanente), mas no fundo não quer encontrá-la, porque não pretende se divorciar e encarar todas as despesas e amolações que acompanham a separação.
Considera-se um homem de sorte: teve todas as mulheres que quis na vida, nunca se comprometeu, nunca precisou ver nenhuma delas de novo e é invejado por todos os outros homens nos lugares que freqüenta. Para ele, só há um erro imperdoável, um pecado mortal em sua carreira de conquista: ser apanhado em flagrante.
Por outro lado, há mulheres que tentam a carreira de conquistadoras só para descobrir que fracassam quando se apaixonam. Acredita-se que as mulheres não conseguem transar de forma tão impessoal quanto os homens. Muitas das mulheres que têm encontros casuais estão usando sua sexualidade em busca de momentos mágicos ou de alguém para amar.
Outras são conquistadoras de fato, caçadoras, e usam sua sexualidade, sua capacidade de sedução, para exercer poder sobre os homens. Essas mulheres saem todas as noites em busca de novos parceiros de cama ou de vida. Algumas acabam tornando-se tão cínicas quanto os homens e deixam de acreditar no amor, enquanto as demais continuam buscando a vara de condão - o amor através do sexo.
Homens e mulheres caçadores muitas vezes tiveram um pai também caçador, que eles idealizaram. Por isso consideram suas conquistas perfeitamente normais e acreditam que estão sendo invejados e admirados. Imaginam ainda que todos agem como eles (ou, pelo menos, gostariam de agir). No fundo, são pessoas que ficaram presas nessa armadilha da adolescência.
Com o passar dos anos, muitas vezes o jogo da conquista vira o objetivo do conquistador. Depois que o outro diz sim, a caçada perde o interesse, a relação nem precisa se consumar. O simples fato de ter seduzido, ou de ter feito o outro se interessar mais do que está interessado, já o satisfaz. Com isso, coloca um rótulo de "comida" ou "conquistada" e pronto. Agora essa pessoa já pode ser arquivada.
Os conquistadores, em geral, se consideram absolutamente irresistível. Existe, porém, algo em comum entre os homens desse tipo: a inesgotável capacidade de tornar suas mulheres infelizes.
Salvação pela graça
A GRAÇA EM TODA A BÍBLIA
“A lei é dada para que a Graça possa ser exigida; a Graça é concedida para que a lei possa ser cumprida.” – (Agostinho).
Os judeus, querendo ser salvos pela lei, sem a Graça, erraram; hoje, os cristãos querem ser salvos pela Graça, sem a lei, erram também. As duas que juntas começaram a agir à entrada do pecado, juntas agirão, até a eliminação do mesmo.
A salvação unicamente pela Graça de Deus é oferecida aos que a aceitam pela fé. Mas a genuína experiência de Graça e fé resulta sempre em obediência à Lei de Deus.
A Graça encarnada deu-se com o advento de Jesus. Portanto, a Graça jamais deve ser comercializada, tem é que ser apresentada graciosamente.
A santa Lei de Deus tem sido desprezada hoje em dia, por boa parte de irmãos bondosos e sinceros, pelo desconhecimento de seu eterno papel, afirmando que a Graça inutilizou-a, tornando-a sem nenhum efeito. Essa crença originou-se da leitura destes textos:
João 1: 17 – “Porque a lei foi dada por Moisés; a Graça e a verdade vieram por Jesus Cristo.”
Romanos 6: 15 – “...não estamos debaixo da lei, mas debaixo da Graça...”
Assevera-se assim que a Graça veio de Jesus para cá e portanto não devemos obediência à Lei Moral. Será assim mesmo?
É ensino óbvio das Sagradas Escrituras que a salvação dos homens é somente por meio da Graça (Efé. 2:8). Assim sendo, cabe de primeira mão uma pergunta: Se a Graça existiu apenas de Jesus para cá, como se afirma, que será dos homens do Antigo Testamento? Os grandes amigos de Deus, patriarcas, profetas e demais crentes que aguardavam a vinda do Messias! Certamente, se a Graça não existiu antes de Jesus, estão perdidos! Este é um raciocínio absurdo, porém cabível, dentro da aceitação de que a Graça só veio depois de Jesus que, segundo se pensa, cancelou a lei e estabeleceu a Graça.
Entrementes, tenho certeza que todos os cristãos aceitam que estes santos do Antigo Testamento estão salvos. Agora, note: Se não existia Graça, foram salvos por quê? Lógico, se a Graça se manifesta através da fé em Jesus, e se Jesus só veio no Novo Testamento, estes homens foram salvos, então, pelas suas obras. Se assim é, como será no Céu? Haverá duas classes de santos? Os que se salvaram pelas obras (Velho Testamento) e os que se salvaram pela Graça (Novo Testamento)? Absurdo! Um grupo pelos seus próprios méritos e esforços se salvaram; o outro, pelos méritos de Cristo (Graça). Isso é uma blasfêmia, reduz o sacrifício de Jesus a uma posição bastante insólita. Não, amado! A Graça antecede o advento de Jesus, veja:
“Ora, Aquele que é poderoso para vos confirmar segundo o meu evangelho e a pregação de Jesus Cristo, conforme a revelação do mistério que desde tempos eternos esteve oculto.” Romanos 16: 25.
“E adoraram-na todos os que habitam sobre a Terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.” Apocalipse 13: 8.
“Que nos salvou, e nos chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o Seu próprio propósito e Graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos.” II Timóteo 1: 9.
É portanto a Graça uma verdade reiterada pelos apóstolos, e Paulo consolida o assunto de maneira clara e definida, afirmando categoricamente que a Graça é estendida a todos os homens em sentido genérico, e em todos os tempos, antes ou depois de Cristo, com estas palavras:
Tito 2: 11 – “Porque a Graça de Deus se há manifestada, trazendo salva- ção a todos os homens.”
Por conseguinte, todos serão salvos, só e exclusivamente pela Graça, e nada mais; desta forma não se pode acreditar na pregação de que ela só veio depois de Jesus, baseando-se em um versículo isolado.
A Graça já era plano de Deus antes mesmo da queda do homem, e a primeira revelação escrita da mesma, encontra-se em Gênesis 3:15, que foi a promessa de um Salvador. A partir daí os homens passaram a esperá-Lo pela fé. Portanto, desde o início da humanidade, precisamente com o primeiro casal, teve começo a operação da Graça. Noé também foi alvo da Graça de Deus. Gênesis 6:8.
O Pastor Batista Zacarias Campello em seu livro Luz Sobre Batismo, pág. 66, informa: “Os que morreram antes de Cristo, que foram salvos, o foram pela fé no Salvador que havia de vir. Isso ia sendo lançado a débito de Cristo. Quando Cristo morreu, Seu sangue saldou essa velha dívida.” – (Grifos meus). Se foram salvos pela fé, óbvio é que foi pela Graça, não é?.
Hebreus 11 é a galeria dos salvos pela Graça (fé). Sim, porque a Graça é manifesta quando o homem exerce fé no sacrifício de Jesus. Ouça:
Efésios 2: 8 – “Porque pela Graça sois salvos, por meio da fé...”
Assim sendo, no Céu só haverá uma classe de remidos. Qual? A dos salvos pela Graça, mediante sua fé no sacrifício expiatório de Jesus; patriarcas, profetas, discípulos e os crentes de todas as épocas. Aqui a prova:
Apocalipse 5: 9
“E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno És de tomar o livro, e abrir os seus selos; porque foste morto, e com Teu sangue compraste para Deus, homens de toda a tribo, e língua e povo e nação.”
Sabe, irmão, rigorosamente um dos maiores exemplos de salvação pela Graça, mediante sua fé no Salvador que havia de vir, foi o de Jó, cujo livro os exegetas presumem tenha sido o primeiro a ser escrito, e dele destaco:
Jó 19: 25 – “Porque eu sei que o meu redentor vive, e que por fim Se levantará sobre a Terra.”
Esta magistral declaração foi expressa milênios antes de Jesus nascer, e revela a clareza desta doutrina. Fica claro, então, que todos os que morreram antes de Cristo, sendo salvos, o serão exclusivamente pela Graça, mediante à fé sempre viva, demonstrada na esperança de um Salvador que havia de vir.
Não há, portanto, como se vê, o conflito entre Lei e Graça que hoje vêem muitos irmãos. Graça e Lei subsistiram juntas, e juntas co-existirão enquanto houver pecado; sabe por quê? A Lei e a Graça andam de mãos dadas, assim como dois namorados bem apaixonados. Senão, veja: – Por que existe a Graça?
– Você terá que responder: porque existe o pecado! Não há outra resposta. Certamente para haver Graça é mister que exista pecado. Porque caso contrário a Graça seria desnecessária. Como sabemos que existe pecado? Paulo responde:
Romanos 5: 13 – “...mas o pecado não é imputado, não havendo lei.”
Romanos 4: 15 – “Porque onde não há lei também não há pecado.”
Consequentemente, se não houvesse uma lei que apontasse, mostrasse, revelasse o pecado, ele não existiria. Não é simples? Efetivamente a lei e a Graça estão irmanadas, caminhando juntas: A lei revelando o pecado na vida do homem, e a Graça trazendo o remédio para este pecado. Fica claro, então, que a Graça antecede a presença física de Jesus nesta Terra. Ela passou a vigorar, após a transgressão à vontade expressa do Criador no Éden, por nossos primeiros pais.
Por isso, amado irmão, a Graça não nos exclui de guardar a Lei de Deus. Pelo contrário, sendo que é a lei que aponta o pecado, certamente se transgredirmos qualquer um de seus mandamentos, estaremos incorrendo no pecado (I S.João 3:4). Agradeçamos a Deus pela Graça que nos foi outorgada, mas vivamos de maneira que a lei em nada nos acuse.
UM CONSELHO – Os santos terão no fechamento da porta da Graça o caráter de Jesus, mas aqui na Terra, não no Céu. Assim é necessário que o afiramos aqui e agora. E qual é o elemento aferidor? A Lei de Deus dos Dez Mandamentos! Isaías 8: 20. Tiago 2: 10-12.
UMA CURIOSIDADE – Quando a Bíblia menciona que os remidos entoarão o cântico de Moisés e do Cordeiro (Apoc. 15: 3), você nunca se perguntou porque o cântico não é de João, Pedro ou Paulo? – Não é, porque é o cântico da Lei (Moisés) e da Graça (Cordeiro). E assim, até neste detalhe Lei e Graça estão juntas!
UMA CERTEZA – O sangue de Cristo é o único meio de salvação, e a Lei Moral eternamente será o padrão de conduta do ser humano.
O apóstolo Pedro negou a Cristo, bem como fez de tudo para esconder sua própria identidade. Lembra-se? (Mateus 26: 31-35, 69-75). Nesse caso, a fé de Pe-dro, sem as obras (testemunho pessoal), foi absolutamente morta.
“Nossa fé sem as obras é morta,
Foi assim que o Senhor ensinou
Se o amor realmente não há
Nem as obras nem a fé tem valor”
Esta é a primeira estrofe do belíssimo poema “A FÉ SEM AS OBRAS” cantado pelo Pastor Batista Feliciano Amaral, em seu LP – “Oração de Davi”.
Realmente ele tem razão e é isto que cremos e pregamos. As obras são frutos do amor. Nós guardamos a Lei de Deus não para sermos salvos, mas porque fomos salvos. Esta obediência (obra) é fruto da fé envolta no amor por aquEle que por nós morreu. Por isso lembre-se: Somos salvos pela fé, mas seremos julgados pelas nossas obras.
Momentos importantes na vida de um Judeu
Circuncisão
Aos oito dias de vida, o menina é circuncisado, para mostrar sua entrada no pacto da Abraão. Ele recebe um nome judaico e todos rezam para que seja abençoado com o estudo da Torá, casamento e boas ações. Uma menina pode receber o nome na sinagoga, por seu pai, logo após o nascimento ou em uma cerimônia especial.
Bar Mitzvah
Aos 13 anos, o menino se torna Bar Mitzvah filho da obrigação, e adquire as obrigações legais e religiosas dos adultos. Por exemplo, deve usar filactérios, duas caixinhas pretas amarradas com tiras de ouro, todas as manhãs, como o menino á esquerda está aprendendo. O Bar Mitzvah é celebrado em muitas comunidades, chamando-se o menino para ler a Torá na manhã do Shabat, um privilégio do adulto. O Bar Mitzvah toda a leitura matinal da Torá e diz as bençãos pela primeira vez.
Bat Mitzvah
A menina celebra o Bat Mitzah aos 12 anos. Entre os progressistas, ela pode aprender a ler a Torá. As meninas ortodoxas podem celebrar seu Bat Mitzvah na sinagoga, em casa, na escola ou em uma cerimônia no domingo á tarde.
Casamento
Os casamentos judaicos, mais do que qualquer outra cerimônia, variam em cada país. Podem ser cerimônias informais, ao ar livre, ou muito formais, na sinagoga. Todos os casamentos têm a Chupá ou, Pálio Nupcial, o símbolo da nova casa do casal. A noiva sempre cobre o rosto com o véu e o noivo quebra o copo para lembrar a destruição dos dis templos.
Morte e Luto
Os judeus ortodoxos são enterrados, mas alguns progressistas permitem a cremação. Depois do funeral, os familiares da pessoa falecida observam o shiva, um luto de sete dias. Sentam em cadeiras baixas e recebem a família e os amigos para rezar, confortá-los e trazer-lhes comida. Todos os anos, acende-se uma vela e faz-se uma prece especial na data da morte.
Quais são os Lugares sagrados dos Judeus?
O lugar mais sagrado do judaísmo era o Templo, construído no monte Moriá em Jerusalém. Ele foi destruído pelos gregos . O segundo Templo, construído no mesmo lugar, foi destruído pelos romanos. Um outro lugar sagrado em Jerusalém é o monte das Oliveiras, um cemitério. Ainda que os locais onde foram enterrados MMoisés, Aron e Miriam não não sejam conhecidos, os túmulos de outros líders são locais de peregrinação e oração. Estes incluem a tumba de Davi, a caverna de Machepelah e tumbas de muitos rabinos famosos.
Parede do Tempo
A única parte remanescente dos dois templos é a parede ocidental, também conhecida como Muro das Lamentações, em Jerusalém. Judeus e não judeus de todoo mundo o visitam. Os peregrinos vão rezar sozinhos ou em grupo, e olocam pequenos pedaços de papel com orações e pededos entre as pedras sagradas do muro.
Jerusalém
Jerusalém, a cidade judaica mais sagrada na Terra, abrigou os Templos por centenas de anos. Sagrada também para os cristãos e mulçumanos, nela oram pessoas de todas as fés. Jerusalém foi designada como capital pelo rei Davi há cerca de 3.000 anos e foi a capturada por muitos gorvernantes que a queriam apenas para membros de sua própria fé. As Cruzadas foram guerras religiosas que começaram em 1096 porque o papa queria tomar Jerusalém dos muçulmanos.
Quem são os judeus?
Os judeus podem ser de qualquer nacionalidade ou cor e vivem em muitos países por todo o mundo. A religião dos judeus é o judaísmo, mas você pode ser um judeu e não seguir nenhum preceito ou prática religiosa. Os judeus ortodoxos acreditam que você é judeu se sua mãe for judia, ou se você se tornar um judeu após longos estudos e muita prática. Alguns judeus progressistas acreditam que você é judeu se um dos seus pais for judeu, ou se você acreditar as crenças e o modo de vida judaicos.
O mundo judaico
A maior parte dos judeus vive nos Estados Unidos, onde estão 5,5 milhões de judeus, seguidos por Israel, com 4,5 milhões. Há grandes comunidades na Grã-Betanha, França, Federação Russa, América do Sul, Austrália e África do Sul. A maioria dos judeos vive em grandes cidades. Em Nova York estão 1.450 mil judeus. Na Grã-Betanha vivem 300 mil judeus, dos quais 200 mil em Londres e Sudeste da Inglaterra. A maioria dos judeus do Iraque, Irã, Iêmen e Etiópia mudaram-se para Israel, bem como muitos da Federação Russa.
Judeus Mordenos
Hoje, existem vários ramos no judaísmo. Judeus qu ainda seguem todas as leis custumes tradicionais são chamados judeus ortodoxos. Dentre eles, há movimentos hassídicos como os Lubavitch. Os não ortodoxos, ou judeus progressistas, também têm ramos. Na Grã-Betanha, existem os Masorti, refomistas e grupos liberais. Nos Estados Unidos, existem os conservadores, reformistas e grupos reconstrucionistas.
Judaismo messiânico
O QUE É O
JUDAÍSMO MESSIÂNICO?
Judaísmo Messiânico não é um movimento completamente novo, mas antes a ressurreição de um movimento muito antigo. A identidade descrita sob o termo "Judaísmo Messiânico" era a identidade dos apóstolos e a comunidade de seguidores judeus "do Caminho" no primeiro e segundo séculos.
Judaísmo Messiânico é considerado por seus partidários como a mais recente fase no desenvolvimento histórico do autêntico Judaísmo Bíblico. É a religião de Abraão, Moisés, Davi, e dos profetas, cumprida pela vinda de Yeshua (Jesus) o Messias.
EM QUE O JUDAÍSMO MESSIÂNICO É DIFERENTE DO JUDAÍSMO TRADICIONAL?
Quanto ao Judaísmo Messiânico, o Judaísmo que acredita em Yeshua (Jesus) como Messias, os fatos são como segue:
A autoridade exclusiva para fé e prática é a Bíblia e consiste do Antigo e Novo Concerto.
O Judaísmo tradicional ensina que o Tanach (Escrituras hebraicas) e o Talmud são a Palavra Eterna de Deus, que ao Novo Testamento falta esta autoridade, e aquele Yeshua não é o Messias. O Judaísmo Messiânico, em contraste, ensina que o Tanach e as Escrituras do Novo Testamento são junto a Palavra Eterna de Deus, que o Talmud não tem esta autoridade, e que Yeshua é o Messias.
QUAL É A DIFERENÇA ENTRE O JUDAÍSMO MESSIÂNICO E O CRISTIANISMO TRADICIONAL?
Durante 19 séculos, com raras exceções, tinha-se tornado habitual colocar o Cristianismo acima e contra o Judaísmo, como sua Antítese.
Desde o segundo século,muito se ensinou na Igreja que o Cristianismo é uma religião separada e distinta de Judaísmo. Embora os cristãos biblicamente fundamentados reconheçam que isto foi um erro, ainda é uma visão fortemente defendida entre muitas igrejas. Esta perspectiva promoveu a doutrina anti-bíblica segundo a qual as Escrituras hebraicas foram substituídas historicamente pelo Novo Testamento, que a Igreja substituiu Israel como as pessoas do pacto de Deus, e que aquele primeiros discípulos de Yeshua foram convertidos da religião judaica para uma nova religião chamada Cristianismo.
O Judaísmo Messiânico, em contraste, acredita que Yeshua não veio estabelecer uma nova religião, mas de fato cumprir uma antiga (Mateus 5:17). Defende a visão de que o Novo Testamento é uma continuação das Escrituras hebraicas (2 Timóteo 3:16), e enfatiza o amor de Deus e fidelidade para as pessoas judias (Romanos 11), ensinando aquele gentios a compartilhar (não assumir) as bênçãos que Deus deu a Israel (Romanos 15:27).
Finalmente, o Judaísmo Messiânico combate a idéia de que aquelas pessoas judias que seguem Yeshua se tornam convertido a outra religião, mas de fato permanecem judeus, judeus Messiânicos (Colossenses 4:11).
O QUE É UMA CONGREGAÇÃO JUDAICA MESSIÂNICA?
Imagine uma sinagoga onde o rabino, anciãos e toda a congregação praticam os ensinos das Escrituras Hebraicas e o Novo Testamento. Esta é uma congregação Judaica Messiânica.
Joseph Rabinowitz estabeleceu a primeira Sinagoga Messiânica conhecida dos tempos modernos em Kischineff, Rússia, 1882. Foi chamada "Sinagoga da Congregação de Israelitas do Novo Conserto."
COMO AS CONGREGAÇÕES JUDAICAS MESSIÂNICAS SATISFAZEM AS NECESSIDADES DAS PESSOAS JUDIAS?
"Como a um judeu será permitido manter a sua herança de Shabbat e festas enquanto estiver seguro ao pilar da revelação em Yeshua? Como um judeu permitirá aos seus filhos o crescerem com um senso de herança, ter um Bar Mitzvah e manter um envolvimento contínuo na comunidade judaica? A Sinagoga não abrirá sua porta para treinar as suas crianças e a maioria de igrejas locais não proverá isto. Como então? A resposta é claramente congregacional, para uma pessoa comum pode ser muito difícil ou até inadequado conseguir isto sozinho, ou através de simples encontros mensais".
Os judeus são chamados por Deus para serem um povo especial e duradouro (Jeremias 31:35-36). Então, é importante para os judeus messiânicos manterem a sua identidade judaica e passar esta herança para a próxima geração. As Congregações Judaicas messiânicas ajudam a realizar isto dos seguintes modos:
Rabino/Rosh
As Congregações Judaica messiânicas provêem uma base de liderança que pode dar visão, conhecimento, sabedoria, discernimento e aconselhamento aos membros da comunidade com respeito a fé bíblica e estilo de vida judaico.
Calendário
As Congregações Judaicas Messiânicas seguem um ciclo anual de eventos referenciados nas Escrituras como "as festas solenes do Senhor" (Levíticos 23). Estes incluem serviços noturnos de adoração na sexta-feira e/ou sábado, reuniões de Rosh Chodesh (Lua Nova), Seder de Páscoa, como também as celebrações de Matzot (Pães Ásmos), Bikkurim (Primeiro Frutos), Shavuot (Semanas), Yom Teruah (Trombetas), Yom Kippur (Dia do Perdão), e Sukkot (Tabernáculos). Secundariamente, Purim (Muitos), Hannukah (Dedicação) e também são observadas outras comemorações tradicionais.
Dieta
As Congregações Judaicas messiânicas estimulam o comer as comidas biblicamente limpas.
Vestuário
As Congregações Judaicas messiânicas provêem um ambiente onde os homens podem usar o kippa (coberta de cabeça), tallit (manto de oração), tsitsit (franjas) e tefillin (filactérios). As mulheres às vezes também usam cobertas de cabeça apropriadas.
Símbolos
As Congregações Judaicas messiânicas apreciam objetos judaicos e símbolos que servem como lembranças das Escrituras e identidade judaica. Estes incluem Rolos da Torah, cálices de kiddush, menorás de sete braços, etc.
Música
As Congregações Judaicas messiânicas usam formas judaicas de música nos seus serviços e celebrações. Eles também têm amor pelo povo israelita e pela dança Chassídica.
Siddur
As Congregações Judaicas messiânicas incorporam nos seus serviços elementos selecionados do Siddur, o livro de oração judeu tradicional.
Comunidade
As Congregações Judaicas messiânicas são ativamente envolvidas na comunidade judaica local. Eles encorajam que os seus membros visitem outras sinagogas, assistam seminários em assuntos judaicos, e se afiliem a organizações filantrópicas judaicas.
Hebraico
As Congregações Judaicas messiânicas na diáspora estimulam a aprender hebraico como um segundo idioma. Os seus membros são estimulados a assistir aulas de hebraico, conversam com locutores fluentes e aprendem a liturgia hebraica.
Israel
As Congregações Judaicas messiânicas vêem Israel como uma pátria judaica. Os membros freqüentemente apoiam financeiramente a nação, participam de excursões anuais, e consideram fazer aliyah (retornar à terra).
Circuncisão
As Congregações Judaicas messiânicas promovem a prática bíblica do britmilah (mandamento da circuncisão) para crianças judias.
Crianças
As Congregações Judaicas messiânicas proporcionam para as crianças instrução nas Escrituras, e no significado e importância de viver um estilo de vida judaico bíblico. Freqüentemente, esta educação conduz para Bar Mitzvah ou Bat Mitzvah (uma cerimônia de passagem).
Educação de adulto
As Congregações Judaicas messiânicas buscam proporcionar para os seus membros continuidade na educação de adultos em todas as áreas de estudos judaico bíblicos e tradicionais.
Matrimônio
As Congregações Judaicas messiânicas provêem um ambiente para pessoas solteiras se conhecerem uns aos outro e achar os eventuais parceiros para o matrimônio. Elas fornecem aconselhamento matrimonial que orienta sobre vários aspectos da convenção bíblica, e de como manter uma casa judia bíblica. Também, as Congregações Judaicas messiânicas celebram casamentos judaicos tradicionais, e proporciona para os casais uma comunidade atenciosa, na qual eles podem começar as suas vidas de casados juntos.
Proselitismo
As Congregações Judaicas messiânicas provêem um contexto de comunidade no qual prosélitos podem ser recebidos por aliança na nação de Israel.
Morte
As Congregações Judaicas messiânicas respeitam e praticam a aproximação judaica bíblico tradicional para enterro e luto.
COMO AS CONGREGAÇÕES JUDAICAS MESSIÂNICAS PROCEDEM COM A VISÃO DO JUDAÍSMO TRADICIONAL SOBRE YESHUA?
Nunca foi apresentada claramente a verdade relativa ao rabino fazedor de milagres de Nazaré às pessoas judias.
As Congregações Judaicas messiânicas acreditam que Yeshua era 100% fiel ao Judaísmo bíblico e ao povo judeu. Todavia, muitos na comunidade judia tradicional o vêem diferentemente e combatem aqueles ensinos de Yeshua que estavam contrários à prática e fé judaica. A maioria dos proponentes desta visão não chega a esta conclusão por pesquisa, mas geralmente por um preconceito criado por 1900 anos de anti-semitismo Cristão. Esta caracterização de Yeshua raramente é questionada na comunidade judaica devido a um estigma colocado no estudo da vida dele e ensinos através da autoridade dos rabinos.
As Congregações Judaicas messiânicas buscam corrigir esta visão equivocada de Yeshua através do ensino, estimulando a pesquisa em fontes primárias como o Testamento Novo, e fontes secundárias, inclusive os escritos de Josefo, livros não-canônicos, targums aramáicos, literatura rabínica antiga e achados arqueológicos como os Rolos do Mar Mortos. Trabalhos contemporâneos sobre o Jesus histórico e o lugar do Messias no Judaísmo são valiosas fontes adicionais. As Congregações Judaicas messiânicas acreditam que a história apoia a perspectiva delas, e que esses que pesquisam a vida de Yeshua e seus ensinos, em última instância chegarão à mesma conclusão.
COMO AS CONGREGAÇÕES JUDAICAS MESSIÂNICAS TRATAM DO ANTI-SEMITISMO NA IGREJA?
O Holocausto representa a culminação trágica de atitudes anti-judaicas e práticas que tinham sido permitidas se manifestar - desenfreadamente - dentro ou perto da Igreja durante quase dois mil anos. Talvez a razão mais importante por que o Holocausto aconteceu é porque a Igreja esqueceu as suas raízes judaicas.
As Congregações Judaicas messiânicas acreditam que a educação é o meio mais efetivo de procedimento contra o anti-semitismo na Igreja. Os membros delas compartilham com os membros da Igreja sobre o amor de Deus e fidelidade para com os judeus, explicando o erro da teologia da substituição, e o dano que causou durante os últimos dois milênios. Rabinos messiânicos também estão dispostos a falar em igrejas locais no propósito de Deus para com os judeus, e o significado do compromisso do Concerto de Deus para com Israel. Eles alertam estas igrejas para as raízes do anti-semitismo cristão histórico, e explicam como a Igreja deve se prevenir para que nunca mais se tornem seus cúmplices. Os rabinos messiânicos ensinam freqüentemente no valor prático da Lei de Deus para os judeus e gentios, no judaísmo de Jesus, e na história do anti-semitismo cristão. Destes e muitos outros modos, as Congregações Judaicas messiânicas agem como pontes de reconciliação entre igrejas e sinagogas pelo mundo afora.
Calendário judaico
O calendário judaico tem 12 meses lunares, e não solares, como o calendário civil. Cada mês judaico tem 29 ou 30 dias e cada ano é 11 dias mais curto que o civil. O calendário judaico tem de seguir o calendário civil, para que as festas não caiam em estações trocadas . Para isso, o calendário tem anos bissextos, com um mês extra de Adar em janeiro-fevereiro. O mês normal de Adar é chamado Adar 2. Existem sete anos bissextos a cada 19 anos. Há uma celebração, Rosh Chodesh para o começo de cada mês.
Iom Haatsmaut
O dia de Idependência de Israel é a única festa que foi adicionada ao calendário em séculos. O Estado de Israel foi criado pelas Nações Unidas em 14 de maio de 1948. Esta data é comemorada em comunidades judaicas de todo o mundo e, em Israel, com feriado nacional. A celebração inclui agradecimentos e festas com danças típicas.
Mês
Duração
Equivalente ao calendário gregoriano
Nissan 30 dias Março-Abril
Iyar 29 dias Abril-Maio
Sivan 30 dias Maio-Junho
Tammuz 29 dias Junho-Julho
Av 30 dias Julho-Agosto
Elul 29 dias Agosto-Setembro
Tishrei 30 dias Setembro-Outubro
Heshvan 29/30 dias Outubro-Novembro
Kislev 30/29 dias Novembro-Dezembro
Tevet 29 dias Dezembro-Janeiro
Shevat 30 dias Janeiro-Fevereiro
Adar 29/30 dias Fevereiro-Março
Adar II 29 dias Março-Abril
Festas judaicas
Feriados de Primavera / Verão 2009
Rosh Hashaná Ano Novo Judaico 19-20 set
Yom Kippur Dia do Perdão 28 set
Sucot – Fésta dos Tabernáculos 03-10 out
Shemini Atzeret
Último dia de Sucót 10 out
Simchá Torá–Regozijo da Torá 11 out
Chanuká 12-19 dez
Feriados de Outono / Inverno 2009
Purim – Festa de Ester 10 março
Pessach - Páscoa 09-16 abr
Yom Ha-Shoá
Dia em Memória do Holocausto 21 abril
Yom Ha-Atzmaut
Dia da Independência de Israel 29 abril
Shavuot – Festa das Semanas 29-30 maio
Tisha B´Av
Jejum pela Destruição do Templo
Seus significados
Rosh Hashanah*
Ano Novo judaico, biblicamente denominado Yom Teruá, um dia para tocar o shofar, começa um período de 10 dias de preparação espiritual culminando no Yom Kipur.
Yom Kipur*
O dia bíblico da Expiação (Perdão) é guardado com jejum, oração e abstenção de todas as atividades ordinárias.
Sucót*
A Festa dos Tabernáculos é uma festa de colheita alegre, de ação de graças, durante a qual, cada família mora numa cabana, ou pelo menos faz suas refeições nela.
Shemini Atzeret*
O último dia de Sucót é definido biblicamente como uma festa por si só.
Simchá Torá*
O feriado de regozijo da Torá, quando o ciclo anual de leituras é renovado para outro ano.
Chanuká
A Festa das Luzes comemora a reedificação do antigo templo em 165 a.C.
Purim
A alegre festa de ordenança no Livro de Ester é distinguido por banquete, compartilhar com outros e por uma atmosfera de fantasias.
Pessach*
Páscoa, a estação de nossa liberdade, celebra a redenção do Egito e inclui a proibição de comer qualquer coisa com fermento. Durante o Pessach começamos a contagem do ômer, por 49 dias até o Shavuót.
Yom Ha-Shoá
Dia em Memória do Holocausto honra a memória de seis milhões de judeus que pereceram.
Yom Ha-Atzmaut
Dia da Independência de Israel celebra a renovação da soberania judaica na Terra de Israel em 1948.
Shavuót*
A festa bíblica das Semanas ocorre sete semanas após o início do Pessach e comemora a entrega da Torá no Monte Sinai.
Tisha B´Av
Um dia de jejum em memória da destruição do Templo primeiro pelos babilônios e depois pelos romanos.
*Nestes dias evitamos fazer atividades ordinárias, incluindo os primeiros dois dias de Sucot e os primeiros dois e últimos dois dias de Pessach. Este guia o ajudará a planejar sua escala de trabalho, escola e outras atividades.
O dia judaico começa no pôr-do-sol, assim como foi no Início: "Houve tarde e manhã, o primeiro dia". O dia termina no por-do-sol seguinte, ou aproximadamente uma hora depois do pôr-do-sol no caso do Shabat e dias santos.
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